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Tabus e mitos sobre o suicídio são temas de debates

20 de setembro de 2016

 

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O suicídio é considerado um problema de saúde pública, pois são cerca de 30 brasileiros mortos por dia. Segundo a Organização Mundial da Saúde, nove em cada 10 casos de suicídio poderiam ser prevenidos. Por isso, a prevenção ao suicídio foi o foco das atividades promovidas pela UNIICA como parte do Setembro Amarelo – uma campanha mundial de conscientização sobre o suicídio, com o objetivo de alertar a população a respeito da realidade do suicídio e como preveni-lo. “Organizamos uma semana de palestras com especialistas em saúde mental, enfocando a valorização a vida”, explica a psicóloga Carolina Batista, que fez parte da organização do evento.

Participaram das palestras os pacientes internados e os do hospital-dia, além dos familiares e colaboradores da clínica. Na programação, uma palestra de abertura das atividades com o professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Cloves Amorim, sobre a importância da formação dos grupos de familiares de pacientes dependentes químicos. Também foi promovida uma caminhada com os pacientes, o educador físico Marcelo Ribaski e a nutricionista Thais Aurélio de Lima. Durante o passeio, eles conversaram sobre o que é ter uma vida saudável.

Outras palestras foram ministradas pela psicóloga e professora da PUCPR, Claudia Lúcia Menegatti, no Grupo de Familiares e Pacientes com Transtornos Mentais, pelo voluntário do Centro de Valorização a Vida, Elói Bvilacqua, no Grupo Terapêutico de Familiares e Pacientes; pelo psiquiatra Gabriel Monich Jorge e o enfermeiro Fernando Luis Teixeira, para os colaboradores; e pelo psiquiatra João Luiz da Fonseca Martins e a enfermeira Angelita de Oliveira.

Além destas palestras com convidados e as atividades especiais, a equipe de Psicologia da clínica assistiu ao filme ‘Como eu era antes de você’ com os pacientes no Grupo de Psicoeducação, Cinema e Psiquiatria. “A temática suicídio teve boa receptividade entre os pacientes, os familiares e os colaboradores. Percebi que todos ficaram sensibilizados e que, nos pacientes, despertaram conteúdos internos que puderam ser elaborados e trabalhados nos atendimentos individuais e nos grupos terapêuticos na continuidade do mês”, releva Carolina.

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